O trabalho é moeda rara. Muitos procuram, poucos acham...
Quanto menor o currículo acadêmico daquele que garimpa menor a possibilidade de empregar-se.
Muitos choram a falta de um emprego. Que seja ele formal, informal ou qualquer coisa que possa gerar alguma renda e o torne um cidadão pleno.
Pensando nisso podemos imaginar quão felizes e eficientes estão todos aqueles que gozam dessa regalia e que ao levantar diariamente agradecem a Deus por esse dom.
Errado!
Muitos desses privilegiados não fazem questão de ser o melhor que podem nas suas próprias capacidades. Desenvolve o trabalho abaixo das possibilidades e expectativa. São mal humorados e descorteses e acham que porque conseguiram postos de trabalho tem franqueada uma visão míope que os levam a ver apenas direitos sem se preocupar que antes dos direitos vêm os deveres.
É uma pena!
O intuito desse blog é o de criar um ambiente público onde eu ou qualquer pessoa tivesse a oportunidade de apresentar diferentes pontos de vista sem depender da vontade e da censura dos meios de comunicação tradicionais.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Deputados federais gastaram em julho mais de R$ 6 milhões com custeio
Mesmo com duas semanas de recesso em julho, deputados gastaram mais de R$ 6 milhões em despesas com telefone e passagens aéreas, segundo levantamento da CBN. Foi o primeiro mês em que estes gastos foram somados à verba indenizatória de R$ 15 mil, que já inclui despesas com gasolina, alimentação e divulgação da atividade parlamentar. No mês, cada deputado utilizou em média R$ 12.380.
Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm
Meus comentários:
Isso é um absurdo!
Por esse motivo é que quem paga imposto nesse país tem que trabalhar tanto para sustentar esses senhores, que na grande maioria não trabalham visando o país, mas sim o seu bolso e seus interesses pessoais e particulares.
Será que antes de morrer ainda verei os “representantes do povo” trabalharem em prol do bem estar dos cidadãos brasileiros?
Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm
Meus comentários:
Isso é um absurdo!
Por esse motivo é que quem paga imposto nesse país tem que trabalhar tanto para sustentar esses senhores, que na grande maioria não trabalham visando o país, mas sim o seu bolso e seus interesses pessoais e particulares.
Será que antes de morrer ainda verei os “representantes do povo” trabalharem em prol do bem estar dos cidadãos brasileiros?
PARQUE CENTRAL DE ÁGUAS CLARAS
Mesmo faltando área verde em Águas Claras (DF), até o momento nenhuma atitude foi tomada com relação ao Parque Central que, dia pós dia, vem sendo tomado por estandes de vendas de imóveis, inclusive por uma floricultura que funciona onde foi um estande de vendas anteriormente.
Pergunto:
Além de ocuparem a nosso parque central, poluindo o visual, estão eles pagando algum aluguel pelo espaço?
Encontrei no website http://aguasclarasdf.com/site/mapa/Mapa2.html a sigla de BI Águas Claras para identificar o que no mapa original e oficial seria o nosso Parque Central.
Será que já deram outra destinação ao nosso tão necessário Parque Central?
Tive o cuidado de copiar o mapa do website oficial (Portal do Cidadão) onde o parque central está em evidência http://www.aguasclaras.df.gov.br/sites/100/195/00000196.pdf
Por favor, senhor governador, faça algo pelo nosso parque central.
Não deixe que Águas Claras fique ainda pior do que já é!
Não deixe que o nosso Parque Central seja utilizado para dar vazão à fome insaciável dos empreiteiros de Brasília.
Nota:
Esse e-mail foi enviado ao GDF através do seguinte endereço: 'comunidade.ouvidoria@aguasclaras.df.gov.br'
A resposta recebida, se for recebida alguma, publicarei nesse blog.
Pergunto:
Além de ocuparem a nosso parque central, poluindo o visual, estão eles pagando algum aluguel pelo espaço?
Encontrei no website http://aguasclarasdf.com/site/mapa/Mapa2.html a sigla de BI Águas Claras para identificar o que no mapa original e oficial seria o nosso Parque Central.
Será que já deram outra destinação ao nosso tão necessário Parque Central?
Tive o cuidado de copiar o mapa do website oficial (Portal do Cidadão) onde o parque central está em evidência http://www.aguasclaras.df.gov.br/sites/100/195/00000196.pdf
Por favor, senhor governador, faça algo pelo nosso parque central.
Não deixe que Águas Claras fique ainda pior do que já é!
Não deixe que o nosso Parque Central seja utilizado para dar vazão à fome insaciável dos empreiteiros de Brasília.
Nota:
Esse e-mail foi enviado ao GDF através do seguinte endereço: 'comunidade.ouvidoria@aguasclaras.df.gov.br'
A resposta recebida, se for recebida alguma, publicarei nesse blog.
domingo, 2 de agosto de 2009
TRÂNSITO E GRANDES CIDADES
A solução para o trânsito das grandes cidades seria entendê-lo e controlá-lo como um organismo vivo e dinâmico.
Porque não se monitora a abertura e fechamento de sinais baseados na presença, ausência de veículos nos cruzamentos e velocidade de fluxo do trânsito?
Claro que isso não significa que, porque tem um veículo em um cruzamento, esse semáforo deva ser aberto imediatamente sem levar em consideração um determinado ciclo. Tal ciclo deverá se basear no sistema de tráfego como um todo.
Não se concebe fechar um semáforo de uma via principal em função de uma via secundária que não possui, muitas vezes, veículo algum aguardando.
Não se concebe uma via importante não possuir uma “onda verde” onde os veículos em uma marcha constante conhecida não necessitassem parar a todo o instante e reiniciar sua macha em seguida, desperdiçando combustível, contribuindo para a poluição e fazendo a economia perder milhões de reais traduzidos pelas muitas horas gastas no trânsito.
A velocidade de abertura e fechamento de semáforos deveria ser baseada nos horários e quantidade de veículos circulando. Com isso resolveria o problema do trânsito caótico que reina poderoso. Uma via com uma grande concentração de veículos no horário de pico não poderia ter a mesma velocidade desta mesma via na madrugada quando a existência de veículos é rara.
Algumas cidades brasileiras, sendo Brasília uma delas por excelência, monitora a velocidade das vias e avanço dos semáforos por meio de sensores espalhados ao longo das vias com apenas o intuito arrecadador, longe de ser educador ou controlador de tráfico.
Para se resolver esse problema crônico do trânsito das grandes cidades brasileiras teria que se contratar engenheiros de tráfegos capazes, construir equipamentos de trânsito eficientes e em locais apropriados e monitorar melhor as vias, tratando o trânsito como um organismo vivo e dinâmico só depois que se pensaria o que fazer com a cota de automóveis em circulação.
Porque não se monitora a abertura e fechamento de sinais baseados na presença, ausência de veículos nos cruzamentos e velocidade de fluxo do trânsito?
Claro que isso não significa que, porque tem um veículo em um cruzamento, esse semáforo deva ser aberto imediatamente sem levar em consideração um determinado ciclo. Tal ciclo deverá se basear no sistema de tráfego como um todo.
Não se concebe fechar um semáforo de uma via principal em função de uma via secundária que não possui, muitas vezes, veículo algum aguardando.
Não se concebe uma via importante não possuir uma “onda verde” onde os veículos em uma marcha constante conhecida não necessitassem parar a todo o instante e reiniciar sua macha em seguida, desperdiçando combustível, contribuindo para a poluição e fazendo a economia perder milhões de reais traduzidos pelas muitas horas gastas no trânsito.
A velocidade de abertura e fechamento de semáforos deveria ser baseada nos horários e quantidade de veículos circulando. Com isso resolveria o problema do trânsito caótico que reina poderoso. Uma via com uma grande concentração de veículos no horário de pico não poderia ter a mesma velocidade desta mesma via na madrugada quando a existência de veículos é rara.
Algumas cidades brasileiras, sendo Brasília uma delas por excelência, monitora a velocidade das vias e avanço dos semáforos por meio de sensores espalhados ao longo das vias com apenas o intuito arrecadador, longe de ser educador ou controlador de tráfico.
Para se resolver esse problema crônico do trânsito das grandes cidades brasileiras teria que se contratar engenheiros de tráfegos capazes, construir equipamentos de trânsito eficientes e em locais apropriados e monitorar melhor as vias, tratando o trânsito como um organismo vivo e dinâmico só depois que se pensaria o que fazer com a cota de automóveis em circulação.
Marcadores:
avenidas,
brasília,
engenheiro de tráfego,
equipamento viário,
estradas,
grandes cidades,
ponte,
problemas urbanos,
ruas,
tráfego,
trânsito,
viaduto
Assinar:
Comentários (Atom)