A solução para o trânsito das grandes cidades seria entendê-lo e controlá-lo como um organismo vivo e dinâmico.
Porque não se monitora a abertura e fechamento de sinais baseados na presença, ausência de veículos nos cruzamentos e velocidade de fluxo do trânsito?
Claro que isso não significa que, porque tem um veículo em um cruzamento, esse semáforo deva ser aberto imediatamente sem levar em consideração um determinado ciclo. Tal ciclo deverá se basear no sistema de tráfego como um todo.
Não se concebe fechar um semáforo de uma via principal em função de uma via secundária que não possui, muitas vezes, veículo algum aguardando.
Não se concebe uma via importante não possuir uma “onda verde” onde os veículos em uma marcha constante conhecida não necessitassem parar a todo o instante e reiniciar sua macha em seguida, desperdiçando combustível, contribuindo para a poluição e fazendo a economia perder milhões de reais traduzidos pelas muitas horas gastas no trânsito.
A velocidade de abertura e fechamento de semáforos deveria ser baseada nos horários e quantidade de veículos circulando. Com isso resolveria o problema do trânsito caótico que reina poderoso. Uma via com uma grande concentração de veículos no horário de pico não poderia ter a mesma velocidade desta mesma via na madrugada quando a existência de veículos é rara.
Algumas cidades brasileiras, sendo Brasília uma delas por excelência, monitora a velocidade das vias e avanço dos semáforos por meio de sensores espalhados ao longo das vias com apenas o intuito arrecadador, longe de ser educador ou controlador de tráfico.
Para se resolver esse problema crônico do trânsito das grandes cidades brasileiras teria que se contratar engenheiros de tráfegos capazes, construir equipamentos de trânsito eficientes e em locais apropriados e monitorar melhor as vias, tratando o trânsito como um organismo vivo e dinâmico só depois que se pensaria o que fazer com a cota de automóveis em circulação.
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