segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

COMENTÁRIOS SOBRE AS COLOCAÇÕES DE MIRIAM LEITÃO SOBRE BUROCRACIA E TOMADA ELÉTRICA NA CBN EM 28 DE JULHO DE 2010.

Mirian Leitão,

Com relação aos seus comentários de hoje, 28 de julho de 2010, posso dizer que está certíssima.


O Brasil que deveria seguir na direção dos países mais desenvolvidos acabando com a burocracia vai indo na outra direção criando mais e mais burocracia burra e desnecessária.

Com relação às tomadas elétricas, não posso concordar. A mudança feita segue no caminho certo (ABNT NBR 14136:2002). É uma tomada muito mais segura e busca padronizar uma bagunça generalizada de mais de 10 tipos diferentes encontradas no mercado.

Já era tempo disso acontecer. Os produtos fabricados no Brasil e aqueles importados pelo Brasil não seguiam nenhuma regra era uma bagunça generalizada além do grande perigo potencial das usuais adaptações. Por esse motivo tantos adaptadores disponíveis no mercado.

Agora é lei, temos apenas uma que, além de segura é muito prática.  Tenho certeza, você irá gostar e o Brasil agradece!

MODEM 3G TIM QUE NÃO FUNCIONA - SE QUISER UM QUE FUNCIONE PROCURE A CLARO!

Recebemos um consultor da TIM na nossa empresa para tratar do assunto de novos modems 3G para uso em viagem e para o uso de uma funcionária em sua residência.

O consultor que se identificou como sendo uma pessoa experiente e que antes de trabalhar para a TIM já havia trabalhado para todas as outras empresas e tinha mudado para a melhor empresa. E o seu “papo”nos convenceu que o modem 3G da TIM era o melhor do mercado e a cobertura nacional era uma das melhores se não a melhor.

Como usuário da CLARO, pediu-me para verificar a velocidade do modem através do velocímetro do RJNET. Ao ver a velocidade me informou que com o TIM a velocidade seria no mínimo o dobro daquela. Curiosamente o mesmo não tinha um modem 3G da TIM para testar,pois pedi para testar o dele e ele me informou que o dele se encontrava no carro e que podia confiar, pois ele havia saído de um cliente no nosso mesmo prédio e que havia testado a velocidade lá e por isso na informação passada.

Empolgado com a idéia de ter melhor velocidade e uma cobertura maior e melhor que a CLARO imediatamente aceitei adquirir dois modens. Um para as minhas constantes viagens e outro para a utilização de uma das minhas funcionárias que, assim como eu usava um CLARO.
Bem a desilusão ficou na minha primeira viagem. Ao passar uma semana em Maragogi, AL, descobri que o modem simplesmente não funcionava, ou melhor, a velocidade era tão baixa que não consegui abrir nenhum website e muito menos o meu e-mail. O modem da 
CLARO que ainda estava em meu poder e ainda não havia sido cancelado foi a minha salvação.

Utilizei o meu modem CLARO todos os dias e ainda dividi com a minha mãe que ironicamente também tinha um modem TIM, doando por mim e que está ainda no meu nome, há bastante tempo, que antes dessa viagem apenas havia sido utilizado na sua casa e nós não sabíamos que o mesmo era tão ruim.

Hoje fiz duas reclamações, cujos os protocolos são 2010.223.711.487 para os dois modens pessoa jurídica e 2010.223.639.775 para o modem de pessoa física.

Fiquei ainda mais aborrecido porque nos dois casos as atendentes me informaram que realmente em grande parte do país a cobertura da TIM é ainda muito ruim e que não tem previsão de melhora.

O intuito dessa reclamação é:

1.             Abrir os olhos de quem deseja adquirir modem 3G para que de forma alguma adquiram modem 3G se a idéia for viajar com ele.

2.             Informar que se for comprar que verifique com o consultor a velocidade no local de uso para não ser pego de surpresa.

3.             Informar que se for para não ter problemas que compre o modem 3G da CLARO que não terá nenhum problema, da mesma forma que nunca tive nos meus mais de três anos de uso em viagem e no mais de 12 meses que a minha funcionária utilizou em sua residência.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Nono dígito em número de telefone celular em São Paulo

Acrescentar mais um digito aos telefones de apenas uma região do país, nesse caso a Região Metropolitana da Grande São Paulo, me parece uma medida simplesmente absurda. Mais absurda ainda é a justificativa vazia de que teria sido levado em consideração a “facilidade de assimilação da mudança pela população”, sem explicar o método de “estudo” que levou a essa afirmação.

Particularmente acredito que será muito mais difícil memorizar esses novos números pela falta da cadência que foi alcançada e facilitada com os atuais 8 dígitos.

Uma medida racional e de um impacto importante para o futuro seria a de modificar os códigos DDD nacional dos atuais 2 dígitos para três dígitos dividindo grandes centros metropolitanos por regiões geográficas ou bairros ou regiões administrativas e não como é hoje.

A adoção de mais um dígito nos números de telefone dessa região trará a falta de consistência nos números desses celulares em relação a todos os outros equipamentos de telefonia fixa e móvel do país. Isso só irá causar confusão e induzirá ao erro.

Essa medida é simplesmente inaceitável.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Incompetência e Descaso


Acabamos de gastar milhões e milhões em vias publicas no DF e o que vimos foi um show de incompetência.

Vias já sub-dimensionadas, tanto para o volume como para a carga, onduladas, desalinhadas e sem escoamento para as águas pluviais onde vemos em dias de chuva verdadeiras piscinas onde deveríamos ver pista de rolamento.

Resultado: trânsito caótico e vias esburacadas, trazendo prejuízos aos motoristas mesmo antes da sua inauguração oficial.

O mais interessante é que essas mesmas empresas desenvolvem projetos no exterior com um grau de qualidade elevado e longe de cometerem esses mesmos erros absurdos.

Será que os bons engenheiros estão ocupados desenvolvendo projetos em outros países e os que permanecem aqui são os incompetentes? Essa poderá ser uma possibilidade, porém, prefiro não acreditar nela por motivos óbvios.

Mas então como explicar esse descaso com as obras públicas?

Na minha cabeça de questionador vêm algumas respostas a essa minha pergunta que são: a certeza da impunidade e a incompetência e corrupção dos agentes públicos de fiscalização.

Faz-se o quiser fazer, da forma mais barata, mais descompromissada, mais afastada das técnicas avançadas e disponíveis,  e recebe-se o pagamento por isso.

Como o poder público é incompetente para cobrar as garantias, quando as mesmas se desgastam o pessoal do “tapa buraco” vai lá e a custa do recursos públicos, novamente, faz um remendo e tudo fica por isso mesmo quando esses reparos deveriam está inclusos na garantia da obra.

A população fica com uma via remendada, menos eficiente e além de tudo mais cara pois!

Será que parecemos palhaços ou na realidade somos mesmo palhaços para aceitar isso de “bico fechado”?