O Roriz renunciou! Isso é ruim e isso é bom.
É ruim porque isso garante ao mesmo a possibilidade de se candidatar a qualquer cargo eletivo. Isso não seria ruim se o nosso povo estivesse preparado e gozasse de uma cultura política mais elevada. Se isso acontecesse esse senhor jamais se elegeria nem mesmo para sídico de prédio,
É bom, pois renunciando ele se auto declara culpado. Se ele tivesse a certeza da sua inocência, jamais desistiria de um cargo que grande parte do povo de Brasília (menos o meu voto) o confiou. Essa é mais uma prova de que o mesmo vive pensando apenas em si e sobre os seus interesses particulares.
O Roriz "comanda" uma rede de infuencia e corrupção. Juizes, delegados e parlamentares estão na folha de pagamento do Roriz.
Ai se tivéssemos uma justiça "justa"?
Se os nossos juízes não recebéssem propinas para interpretarem em favor do reu a nossa vida seria muito mais feliz...
O intuito desse blog é o de criar um ambiente público onde eu ou qualquer pessoa tivesse a oportunidade de apresentar diferentes pontos de vista sem depender da vontade e da censura dos meios de comunicação tradicionais.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Dizei-me com quem andas e direi quem és...
Estava lendo uma reportagem de 2004 ( http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=120533 ) e fiquei impressionado como o ditado popular, em especial o "dizei-me com que anda que direi quem és" é verdadeiro...
Nessa reportagem onde o Senador Roriz, à época governador foi inocentado (por falta de provas como se a raposa do Roriz andasse deixando provas por aí) da acusação de irregularidades na sua campanha política.
Algumas coisas me chamaram muito atenção:
DEPUTADO JOSÉ BORBA (PMDB)
"Longe de toda a comemoração popular, o líder do PMDB na Câmara, deputado José Borba (PR), disse que nada acontece por acaso e que Deus protegeu o governador do artifício maldoso em que foi envolvido. Roriz, diz, é um homem da lei, que trabalha pelo povo e corresponde às expectativas de fé, confiança e esperança. "A Justiça confirmou a vontade popular e demonstrou o que é a verdadeira democracia. Nada mais justo. E o futuro dará a oportunidade para os outros perceberem que Roriz fez um bom governo", afirmou."
Sobre José Borba:
VEJA (Segunda-feira, 17 de Outubro de 2005)
"Os deputados José Borba (PMDB-PR) e Paulo Rocha (PT-PA) protocolaram nesta segunda-feira, na Mesa Diretora da Câmara, seus pedidos de renúncia. Os dois integram a lista de 13 parlamentares acusados de participar do esquema do mensalão. Ainda nesta segunda, o Conselho de Ética da Casa abriu processo de cassação contra os 11 restantes. Os acusados tinham até as 18h para renunciar."
PEDRO PASSOS (PMDB) e EURIDES BRITO (PMDB)
Os deputados governistas foram recebidos do lado de fora do tribunal como jogadores vitoriosos em época de Copa do Mundo. O distrital Pedro Passos (PMDB) saiu carregado nos ombros, a deputada Eurídes Brito (PMDB) tirou fotos e João de Deus foi muito abraçado e beijado.
Sobre Pedro Passos
http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020918/pri_tem_180902_214.htm
"Além do dinheiro, os Passos têm muita influência na política local. Pedro Passos é amigo pessoal e aliado político do governador Joaquim Roriz (PMDB). Até ter a prisão preventiva decretada, Pedro era o candidato a distrital com maior apoio de Roriz. Ele tinha espaço cativo em todos os showmícios da coligação do governador. Outdoors de Passos com a foto dele abraçado a Roriz e o slogan ‘‘O amigo do governador’’ estão espalhados por todo o DF."
Sobre Eurides Brito
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20051111-121513,00.html
"A ex-secretária de Educação é acusada de favorecer empresas e licitações para contratação de serviço de limpeza e manutenção de escolas e de transporte escolar. Em conversa gravada por um ex-assessor, e periciada pela polícia, Eurides Brito conta que mandou desclassificar uma empresa por não ter contribuído com a campanha dela."
Mais uma vez... Joaquim Roriz, Pedro Passos e Eurides Brito, tudo "farinha do mesmo saco", mais um ditado da sabedoria popular...
Nessa reportagem onde o Senador Roriz, à época governador foi inocentado (por falta de provas como se a raposa do Roriz andasse deixando provas por aí) da acusação de irregularidades na sua campanha política.
Algumas coisas me chamaram muito atenção:
DEPUTADO JOSÉ BORBA (PMDB)
"Longe de toda a comemoração popular, o líder do PMDB na Câmara, deputado José Borba (PR), disse que nada acontece por acaso e que Deus protegeu o governador do artifício maldoso em que foi envolvido. Roriz, diz, é um homem da lei, que trabalha pelo povo e corresponde às expectativas de fé, confiança e esperança. "A Justiça confirmou a vontade popular e demonstrou o que é a verdadeira democracia. Nada mais justo. E o futuro dará a oportunidade para os outros perceberem que Roriz fez um bom governo", afirmou."
Sobre José Borba:
VEJA (Segunda-feira, 17 de Outubro de 2005)
"Os deputados José Borba (PMDB-PR) e Paulo Rocha (PT-PA) protocolaram nesta segunda-feira, na Mesa Diretora da Câmara, seus pedidos de renúncia. Os dois integram a lista de 13 parlamentares acusados de participar do esquema do mensalão. Ainda nesta segunda, o Conselho de Ética da Casa abriu processo de cassação contra os 11 restantes. Os acusados tinham até as 18h para renunciar."
PEDRO PASSOS (PMDB) e EURIDES BRITO (PMDB)
Os deputados governistas foram recebidos do lado de fora do tribunal como jogadores vitoriosos em época de Copa do Mundo. O distrital Pedro Passos (PMDB) saiu carregado nos ombros, a deputada Eurídes Brito (PMDB) tirou fotos e João de Deus foi muito abraçado e beijado.
Sobre Pedro Passos
http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020918/pri_tem_180902_214.htm
"Além do dinheiro, os Passos têm muita influência na política local. Pedro Passos é amigo pessoal e aliado político do governador Joaquim Roriz (PMDB). Até ter a prisão preventiva decretada, Pedro era o candidato a distrital com maior apoio de Roriz. Ele tinha espaço cativo em todos os showmícios da coligação do governador. Outdoors de Passos com a foto dele abraçado a Roriz e o slogan ‘‘O amigo do governador’’ estão espalhados por todo o DF."
Sobre Eurides Brito
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20051111-121513,00.html
"A ex-secretária de Educação é acusada de favorecer empresas e licitações para contratação de serviço de limpeza e manutenção de escolas e de transporte escolar. Em conversa gravada por um ex-assessor, e periciada pela polícia, Eurides Brito conta que mandou desclassificar uma empresa por não ter contribuído com a campanha dela."
Mais uma vez... Joaquim Roriz, Pedro Passos e Eurides Brito, tudo "farinha do mesmo saco", mais um ditado da sabedoria popular...
Nossa Senhora está cada vez mais preocupada com o seu filho rebelde Roriz
A Nossa Senhora já não aguenta mais servir de escudo humano, ou melhor escudo santo. O Senador Roriz tem invocado seu nome sempre que se mete em enrascada, ou melhor... quando suas enrascadas são descobertas, pois meter-se em enrascada sem ser descoberto é o seu hobby. E vale a pena dizer que ele é bom nisso!
Para facilitar ele até já colocou uma imagem da Santa na sua casa para protege-lo do "mal". Isso não teria nada de anormal se não fosse o tamanho do "out door" e a sua posição voltada para a rua. Se ele é devoto da santa, nada mais normal que ele tivesse na sua casa uma, duas, ou quantas imagens quisesse, mas geralmente para a apreciação do devoto não para fazer frente aos transeuntes.
A exposição da Santa dessa forma, ao meu ver, tem objetivos claros de camuflagem...
Segue abaixo a reportagem sobre a defesa do Senador Roriz na tribuna do Senado.
Defesa essa, além de não trazer nenhum fato novo, que o inocentasse ainda foi ridículo quando teatralmente falando "chorou com lágrimas de crocodilo" fazendo pergunta se sua mulher "não o achava um cafajeste"? Eu gostaria muito de ter ouvido a sua resposta... mas infelizmente, que eu saiba, ninguém registrou-a.
Reportagem retirada do site do Senado Federal
Plenário28/06/2007 - 18h31
Roriz se defende de denúncia de recebimento irregular de dinheiro
O senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) foi ao Plenário do Senado, nesta quinta-feira (28), se defender de denúncia de suposto recebimento irregular de recursos do empresário Nenê Constantino, dono de empresa de ônibus em Brasília e da Gol Linhas Aéreas. Além de negar a acusação, Roriz disse ter encaminhado aos senadores documentação que comprovaria a legalidade de empréstimo de R$ 300 mil por Nenê, supostamente usado para pagar uma bezerra comprada em leilão. E revelou ter passado os últimos dias pedindo força e coragem à Virgem Maria.
Roriz também apresentou duas folhas em branco com sua assinatura, uma destinada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a outra, à Polícia Federal (PF). Segundo explicou, a folha reservada ao STF serviria para autorizar a abertura dos sigilos fiscal, bancário e telefônico dele, de sua esposa e de suas filhas. Na outra, a PF seria autorizada a investigar a eventual existência de contas bancárias em seu nome, que não as do Banco do Brasil (BB) e do Banco de Brasília (BRB), no Brasil ou no exterior. O senador Tião Viana (PT-AC), que presidia a sessão, não considerou regimentalmente adequado, entretanto, enviar um papel em branco com assinatura, sugerindo a Roriz que fizesse as autorizações.
O senador pelo Distrito Federal disse não ter feito esses esclarecimentos antes por ter enfrentado um grande sofrimento e se sentir envergonhado, "mesmo não cometendo nenhum ato ilícito". Em diversos momentos de seu discurso, enfatizou nunca ter confundido o público com o privado nos 30 anos de vida pública e ter buscado refúgio na oração e na religião para enfrentar a denúncia, que motivou o PSOL a pedir ao Conselho de Ética investigação da conduta do parlamentar nesse negócio.
- Será que um senador não poderia pedir um empréstimo a um amigo de longa data? Que censura poderia ser feita a alguém que assim agisse? Existe algum artigo no Código Penal e no Regimento Interno do Senado Federal dizendo que pedir dinheiro emprestado é crime, é ilegal? - questionou.
Em relação a eventuais interesses por trás da denúncia, Roriz preferiu não creditá-la diretamente a adversários políticos. Mas ponderou, em seguida, que a imprensa, "quando quer, massacra e destrói", dando como exemplo a acusação contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), investigado pelo Conselho de Ética pelo suposto pagamento de contas pessoais pela construtora Mendes Júnior.
- O momento atual reclama de todos nós profunda reflexão. Precisamos de leis mais severas para coibir vazamento de investigações realizadas em caráter sigiloso - reivindicou.
Neste ponto, o peemedebista referia-se à divulgação, pela imprensa, de dados da Operação Aquarela, realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal, que investigou um esquema de desvio de recursos do BRB. Roriz disse ter autorizado essa operação quando ainda era governador do DF e isentou seus comandados, à época, de vazarem conversas telefônicas suas com o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklin de Moura.
Roriz confirmou ainda que o empréstimo de R$ 300 mil foi viabilizado por um cheque de R$ 2,2 milhões emitido pelo Banco do Brasil, mas descontado no Banco de Brasília. Sustentou que a operação é legal e seria usada pelos bancos para atrair clientes abastados, como Nenê Constantino. Embora tenha admitido que a Agropecuária Palma, administrada por uma de suas filhas, dispunha de recursos para a compra da bezerra, disse ter preferido contrair o empréstimo, que financiaria um projeto pessoal, para não descapitalizar a empresa.
Por último, o peemedebista reconheceu ter usado palavras inadequadas no telefonema a Tarcísio Moura. E procurou explicar que, quando comentou na conversa que o dinheiro do cheque se destinava a muitas pessoas, queria dizer que uma parte dos R$ 300 mil seria repassada a um amigo para a cobertura de gastos com doença de um parente.
Para facilitar ele até já colocou uma imagem da Santa na sua casa para protege-lo do "mal". Isso não teria nada de anormal se não fosse o tamanho do "out door" e a sua posição voltada para a rua. Se ele é devoto da santa, nada mais normal que ele tivesse na sua casa uma, duas, ou quantas imagens quisesse, mas geralmente para a apreciação do devoto não para fazer frente aos transeuntes.
A exposição da Santa dessa forma, ao meu ver, tem objetivos claros de camuflagem...
Segue abaixo a reportagem sobre a defesa do Senador Roriz na tribuna do Senado.
Defesa essa, além de não trazer nenhum fato novo, que o inocentasse ainda foi ridículo quando teatralmente falando "chorou com lágrimas de crocodilo" fazendo pergunta se sua mulher "não o achava um cafajeste"? Eu gostaria muito de ter ouvido a sua resposta... mas infelizmente, que eu saiba, ninguém registrou-a.
Reportagem retirada do site do Senado Federal
Plenário28/06/2007 - 18h31
Roriz se defende de denúncia de recebimento irregular de dinheiro
O senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) foi ao Plenário do Senado, nesta quinta-feira (28), se defender de denúncia de suposto recebimento irregular de recursos do empresário Nenê Constantino, dono de empresa de ônibus em Brasília e da Gol Linhas Aéreas. Além de negar a acusação, Roriz disse ter encaminhado aos senadores documentação que comprovaria a legalidade de empréstimo de R$ 300 mil por Nenê, supostamente usado para pagar uma bezerra comprada em leilão. E revelou ter passado os últimos dias pedindo força e coragem à Virgem Maria.
Roriz também apresentou duas folhas em branco com sua assinatura, uma destinada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a outra, à Polícia Federal (PF). Segundo explicou, a folha reservada ao STF serviria para autorizar a abertura dos sigilos fiscal, bancário e telefônico dele, de sua esposa e de suas filhas. Na outra, a PF seria autorizada a investigar a eventual existência de contas bancárias em seu nome, que não as do Banco do Brasil (BB) e do Banco de Brasília (BRB), no Brasil ou no exterior. O senador Tião Viana (PT-AC), que presidia a sessão, não considerou regimentalmente adequado, entretanto, enviar um papel em branco com assinatura, sugerindo a Roriz que fizesse as autorizações.
O senador pelo Distrito Federal disse não ter feito esses esclarecimentos antes por ter enfrentado um grande sofrimento e se sentir envergonhado, "mesmo não cometendo nenhum ato ilícito". Em diversos momentos de seu discurso, enfatizou nunca ter confundido o público com o privado nos 30 anos de vida pública e ter buscado refúgio na oração e na religião para enfrentar a denúncia, que motivou o PSOL a pedir ao Conselho de Ética investigação da conduta do parlamentar nesse negócio.
- Será que um senador não poderia pedir um empréstimo a um amigo de longa data? Que censura poderia ser feita a alguém que assim agisse? Existe algum artigo no Código Penal e no Regimento Interno do Senado Federal dizendo que pedir dinheiro emprestado é crime, é ilegal? - questionou.
Em relação a eventuais interesses por trás da denúncia, Roriz preferiu não creditá-la diretamente a adversários políticos. Mas ponderou, em seguida, que a imprensa, "quando quer, massacra e destrói", dando como exemplo a acusação contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), investigado pelo Conselho de Ética pelo suposto pagamento de contas pessoais pela construtora Mendes Júnior.
- O momento atual reclama de todos nós profunda reflexão. Precisamos de leis mais severas para coibir vazamento de investigações realizadas em caráter sigiloso - reivindicou.
Neste ponto, o peemedebista referia-se à divulgação, pela imprensa, de dados da Operação Aquarela, realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal, que investigou um esquema de desvio de recursos do BRB. Roriz disse ter autorizado essa operação quando ainda era governador do DF e isentou seus comandados, à época, de vazarem conversas telefônicas suas com o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklin de Moura.
Roriz confirmou ainda que o empréstimo de R$ 300 mil foi viabilizado por um cheque de R$ 2,2 milhões emitido pelo Banco do Brasil, mas descontado no Banco de Brasília. Sustentou que a operação é legal e seria usada pelos bancos para atrair clientes abastados, como Nenê Constantino. Embora tenha admitido que a Agropecuária Palma, administrada por uma de suas filhas, dispunha de recursos para a compra da bezerra, disse ter preferido contrair o empréstimo, que financiaria um projeto pessoal, para não descapitalizar a empresa.
Por último, o peemedebista reconheceu ter usado palavras inadequadas no telefonema a Tarcísio Moura. E procurou explicar que, quando comentou na conversa que o dinheiro do cheque se destinava a muitas pessoas, queria dizer que uma parte dos R$ 300 mil seria repassada a um amigo para a cobertura de gastos com doença de um parente.
De Passo em Passo vamos botar o Passos na cadeia
Site da Rede Globo de Televisão - Bom Dia DF
Quarta-Feira, 27 de Junho de 2007
Parecer quase pronto
Leonardo Ribbeiro / Caio Coutinho
Heleno Gilberto Barcelos, ex-chefe da assessoria jurídica da Secretaria de Agricultura na gestão Agnaldo Lelis, chegou cedo à Câmara. Em menos de meia hora, prestou todos os esclarecimentos ao corregedor, deputado Rôney Nemer (PMDB)
“Ele foi muito claro em dizer por que deu um parecer favorecendo a LJA. Ele submeteu esse parecer à Procuradoria do Distrito Federal. Mas depois, quando outras pessoas assumiram o cargo, tomaram a decisão pela Gautama, invertendo todo o processo”, explica Nemer.
O depoimento de Heleno Barcelos foi o último da investigação sobre a suposta quebra de decoro parlamentar do deputado Pedro Passos (PMDB). O corregedor da Câmara disse que trabalhará até no fim de semana, se for preciso, para que o parecer sobre o caso fique pronto até a próxima segunda-feira.
Além de opinar se houve quebra de decoro parlamentar, o deputado Rôney Nemer deve elaborar um relatório com informações adicionais sobre a obra na Bacia do Rio Preto, que será encaminhado à CPI da Gautama.
Mas todo o trabalho do corregedor Rôney Nemer pode ser em vão. Isso porque o deputado Agnaldo de Jesus, sem partido, divulga hoje à tarde, no plenário da Câmara, a decisão de aceitar o pedido de suspeição contra o corregedor, apresentado por Pedro Passos.
Ele se baseou numa entrevista do próprio corregedor, que teria dito que se sente constrangido em analisar o processo de Pedro Passos. A decisão de Aguinaldo de Jesus ainda tem de ser votada pela Mesa da Câmara Legislativa.
Quarta-Feira, 27 de Junho de 2007
Parecer quase pronto
Leonardo Ribbeiro / Caio Coutinho
Heleno Gilberto Barcelos, ex-chefe da assessoria jurídica da Secretaria de Agricultura na gestão Agnaldo Lelis, chegou cedo à Câmara. Em menos de meia hora, prestou todos os esclarecimentos ao corregedor, deputado Rôney Nemer (PMDB)
“Ele foi muito claro em dizer por que deu um parecer favorecendo a LJA. Ele submeteu esse parecer à Procuradoria do Distrito Federal. Mas depois, quando outras pessoas assumiram o cargo, tomaram a decisão pela Gautama, invertendo todo o processo”, explica Nemer.
O depoimento de Heleno Barcelos foi o último da investigação sobre a suposta quebra de decoro parlamentar do deputado Pedro Passos (PMDB). O corregedor da Câmara disse que trabalhará até no fim de semana, se for preciso, para que o parecer sobre o caso fique pronto até a próxima segunda-feira.
Além de opinar se houve quebra de decoro parlamentar, o deputado Rôney Nemer deve elaborar um relatório com informações adicionais sobre a obra na Bacia do Rio Preto, que será encaminhado à CPI da Gautama.
Mas todo o trabalho do corregedor Rôney Nemer pode ser em vão. Isso porque o deputado Agnaldo de Jesus, sem partido, divulga hoje à tarde, no plenário da Câmara, a decisão de aceitar o pedido de suspeição contra o corregedor, apresentado por Pedro Passos.
Ele se baseou numa entrevista do próprio corregedor, que teria dito que se sente constrangido em analisar o processo de Pedro Passos. A decisão de Aguinaldo de Jesus ainda tem de ser votada pela Mesa da Câmara Legislativa.
E eu achava que era criativo...
Decidi perpetuar essa reportagem para que não tenhamos dúvidas ou nos esqueçamos de como o Sr. Roriz e sua turma têm tratado a nossa sociedade.
Tem como objetivo também o de revelar aqueles que perdem o seu tempo criando justificativa para justificar o injustificável. (A deputada Jaqueline Roriz até que criativa nas suas explicações, não acha?!?! Gostaria de contrata-la para conseguir dinheiro para investir na minha empresinha...)
Não podemos deixar de forma alguma que esse caso caia no esquecimento como muitos que aconteceram antes onde o Sr. Roriz tinha um papel de relevância principal. Mas o tempo e a justiça (ou melhor, a injustiça) deixaram que tais processos caducassem sem que esse senhor fosse nunca julgado. Permitindo assim que levasse uma vida perniciosa para toda a nossa comunidade fazendo estragos irreparáveis a nosso querido estado do Distrito Federal.
Segue então a reportagem compilado do site da Rede Globo de Televisão (Bom dia DF)
Defesa não convence
Antônio de Castro / Luís Ródnei / José Carlos
O ex-governador Joaquim Roriz mora em uma mansão, com heliponto, no Park Way. O senador do PMDB informou à Justiça Eleitoral, ano passado, o preço do imóvel: R$ 600 mil. Roriz também comunicou à Justiça que tinha, na época da eleição, 6.227 cabeças de gado, duas áreas rurais e 662 hectares em um loteamento na cidade de Niquelândia, em Goiás. Dono de um patrimônio declarado de R$ 4.489.278,95, o senador Roriz afirma que precisou de R$ 271 mil emprestados para comprar uma bezerra.
Joaquim Roriz foi flagrado pela polícia providenciando o pagamento de cheque do Banco do Brasil no BRB, para ficar com parte do dinheiro: R$ 300 mil. Confira trechos da gravação:
Tarcísio: Oi senador!
Roriz: Oi.
Tarcísio: Posso sugerir um negócio?
Roriz: Pode.
Tarcísio: Por que a gente não leva para o escritório do Nenê?
Roriz: É prá isso mesmo.
Tarcísio: E de lá sai cada um com o seu.
Roriz: Era pra ser isso mesmo, mesmo porque lá não tem dúvida nenhuma.
Tarcísio: Exatamente.
Para o líder do PT, deputado Chico Leite, uma história ainda mal explicada. “Parece-me muito coincidente que se precise desse valor, em tão curto espaço de tempo, tendo todo esse patrimônio”, enfatiza Leite.
O senador divulgou cópias de documentos do suposto empréstimo e da suposta compra da bezerra. Mas os papéis não convenceram e as dúvidas ainda são muitas. E Joaquim Roriz se nega a dar novas explicações. Ele não apareceu nesta quarta-feira, dia 27, no Senado Federal, onde deveria presidir uma sessão da Comissão de Agricultura.
A filha do senador, a deputada distrital Jaqueline Roriz, passou a tarde desta quarta-feira (27) mostrando aos deputados distritais que tem provas de todo o negócio. Segundo ela, tudo foi feito sem um centavo de dinheiro público. A deputada alega que o pai não tinha dinheiro disponível no dia em que precisava pagar a bezerra.
“Se você perguntar a qualquer empresário na cidade se ele tem esse dinheiro em conta, a resposta será negativa. Ter posses tem, talvez não tenha a liquidez que se necessita naquele momento. Então, realmente ele recorreu a isso: em vez de se desfazer de alguma posse, pediu emprestado a um amigo”, afirma Jaqueline Roriz.
A bezerra foi comprada em novembro de 2006. Mas o pagamento dos R$ 271.320 só foi realizado em março deste ano. O procurador geral da República, Antônio Fernando de Souza, disse hoje que está analisando o caso. “Há elementos para que se debruce o Ministério Público sobre o tema e, eventualmente, adote as providências que tenham que ser tomadas”, explica o procurador.
“É quebra de decoro, claro. O parlamentar tem que ter uma ética, uma disciplina moral que não permita que ele traia a população que confiou nele”, enfatiza o corregedor do Senado Federal, Romeu Tuma.
Tem como objetivo também o de revelar aqueles que perdem o seu tempo criando justificativa para justificar o injustificável. (A deputada Jaqueline Roriz até que criativa nas suas explicações, não acha?!?! Gostaria de contrata-la para conseguir dinheiro para investir na minha empresinha...)
Não podemos deixar de forma alguma que esse caso caia no esquecimento como muitos que aconteceram antes onde o Sr. Roriz tinha um papel de relevância principal. Mas o tempo e a justiça (ou melhor, a injustiça) deixaram que tais processos caducassem sem que esse senhor fosse nunca julgado. Permitindo assim que levasse uma vida perniciosa para toda a nossa comunidade fazendo estragos irreparáveis a nosso querido estado do Distrito Federal.
Segue então a reportagem compilado do site da Rede Globo de Televisão (Bom dia DF)
Defesa não convence
Antônio de Castro / Luís Ródnei / José Carlos
O ex-governador Joaquim Roriz mora em uma mansão, com heliponto, no Park Way. O senador do PMDB informou à Justiça Eleitoral, ano passado, o preço do imóvel: R$ 600 mil. Roriz também comunicou à Justiça que tinha, na época da eleição, 6.227 cabeças de gado, duas áreas rurais e 662 hectares em um loteamento na cidade de Niquelândia, em Goiás. Dono de um patrimônio declarado de R$ 4.489.278,95, o senador Roriz afirma que precisou de R$ 271 mil emprestados para comprar uma bezerra.
Joaquim Roriz foi flagrado pela polícia providenciando o pagamento de cheque do Banco do Brasil no BRB, para ficar com parte do dinheiro: R$ 300 mil. Confira trechos da gravação:
Tarcísio: Oi senador!
Roriz: Oi.
Tarcísio: Posso sugerir um negócio?
Roriz: Pode.
Tarcísio: Por que a gente não leva para o escritório do Nenê?
Roriz: É prá isso mesmo.
Tarcísio: E de lá sai cada um com o seu.
Roriz: Era pra ser isso mesmo, mesmo porque lá não tem dúvida nenhuma.
Tarcísio: Exatamente.
Para o líder do PT, deputado Chico Leite, uma história ainda mal explicada. “Parece-me muito coincidente que se precise desse valor, em tão curto espaço de tempo, tendo todo esse patrimônio”, enfatiza Leite.
O senador divulgou cópias de documentos do suposto empréstimo e da suposta compra da bezerra. Mas os papéis não convenceram e as dúvidas ainda são muitas. E Joaquim Roriz se nega a dar novas explicações. Ele não apareceu nesta quarta-feira, dia 27, no Senado Federal, onde deveria presidir uma sessão da Comissão de Agricultura.
A filha do senador, a deputada distrital Jaqueline Roriz, passou a tarde desta quarta-feira (27) mostrando aos deputados distritais que tem provas de todo o negócio. Segundo ela, tudo foi feito sem um centavo de dinheiro público. A deputada alega que o pai não tinha dinheiro disponível no dia em que precisava pagar a bezerra.
“Se você perguntar a qualquer empresário na cidade se ele tem esse dinheiro em conta, a resposta será negativa. Ter posses tem, talvez não tenha a liquidez que se necessita naquele momento. Então, realmente ele recorreu a isso: em vez de se desfazer de alguma posse, pediu emprestado a um amigo”, afirma Jaqueline Roriz.
A bezerra foi comprada em novembro de 2006. Mas o pagamento dos R$ 271.320 só foi realizado em março deste ano. O procurador geral da República, Antônio Fernando de Souza, disse hoje que está analisando o caso. “Há elementos para que se debruce o Ministério Público sobre o tema e, eventualmente, adote as providências que tenham que ser tomadas”, explica o procurador.
“É quebra de decoro, claro. O parlamentar tem que ter uma ética, uma disciplina moral que não permita que ele traia a população que confiou nele”, enfatiza o corregedor do Senado Federal, Romeu Tuma.
terça-feira, 26 de junho de 2007
Como é bom ter uma imprensa livre!!!
Terça-feira 26 Junho 2007 - Bom Dia DF
Roriz se defende
Reportagem de Camila Bomfim / Edvaldo Lachu
O senador Joaquim Roriz passou a segunda-feira, de novo, sem falar com a imprensa. Mesmo assim, pela primeira vez divulgou uma nota oficial em que reafirma ter recebido um cheque de Nenê Constantino, pai do dono da Gol, no valor de R$ 2,2 milhões. E que usaria apenas R$ 300 mil para pagar a compra inadiável de uma bezerra e devolveria o restante ao empresário.
Roriz aparece em gravações da Polícia Civil negociando a divisão dos recursos com o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, investigado por suposto desvio de dinheiro do banco.
O advogado de Tarcísio Franklin, Bruno Rodrigues, diz que o cheque foi descontado a pedido do ex-governador. “A atuação do meu cliente nessa operação financeira ficou limitada a atender um pedido do senador Roriz: descontar um cheque. Ele verificou o endossante e tratava-se de pessoa idônea, de um empresário nacionalmente conhecido. Por isso, procedeu a uma operação financeira normal, descontando o cheque e repassando ao titular o valor descontado”.
“A decisão da Corregedoria Geral do DF é afastar todo servidor ou funcionário público que estiver sendo objeto de investigação por processo disciplinar, no momento em que os elementos já caracterizam a autoria e materialidade da irregularidade apontada”, afirma o corregedor Roberto Giffoni.
Segundo a assessoria de Nenê Constantino, o cheque de R$ 2,2 milhões é referente à venda de uma fazenda à empresa agrícola Xingu.
No Senado, a corregedoria abre nesta quarta-feira (27) uma apuração preliminar. O PSol anunciou que vai protocolar no Conselho de Ética da Casa o segundo pedido de investigação sobre Joaquim Roriz. Representantes da legenda pedem uma análise detalhada do que consideram indícios de quebra de decoro.
“Nós queremos que se sejam investigados todos os vínculos com a Operação Aquarela e com o desvio de recursos. Ver as gravações, requisitar ao conselho todas as gravações que estão em poder da Polícia Civil, verificar o que o Ministério Público descobriu. Tanto é que o Ministério Público mandou para a Procuradoria Geral da República. Se todos esses fatos não fossem relevantes, o processo não teria ido para a Procuradoria Geral da República”, ressalta o secretário nacional do PSol, Luiz Araújo.
Em São Paulo, José Roberto Arruda defendeu a privatização do BRB. Segundo o governador do DF, os últimos acontecimentos mostram que o poder público não tem condições de administrar empresas que são preferencialmente da iniciativa privada.
Nota:
Essa reportagem poderá ser encontrada no site da Rede Globo, cujo o link está abaixo: http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20070626-288135,00.html
Roriz se defende
Reportagem de Camila Bomfim / Edvaldo Lachu
O senador Joaquim Roriz passou a segunda-feira, de novo, sem falar com a imprensa. Mesmo assim, pela primeira vez divulgou uma nota oficial em que reafirma ter recebido um cheque de Nenê Constantino, pai do dono da Gol, no valor de R$ 2,2 milhões. E que usaria apenas R$ 300 mil para pagar a compra inadiável de uma bezerra e devolveria o restante ao empresário.
Roriz aparece em gravações da Polícia Civil negociando a divisão dos recursos com o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, investigado por suposto desvio de dinheiro do banco.
O advogado de Tarcísio Franklin, Bruno Rodrigues, diz que o cheque foi descontado a pedido do ex-governador. “A atuação do meu cliente nessa operação financeira ficou limitada a atender um pedido do senador Roriz: descontar um cheque. Ele verificou o endossante e tratava-se de pessoa idônea, de um empresário nacionalmente conhecido. Por isso, procedeu a uma operação financeira normal, descontando o cheque e repassando ao titular o valor descontado”.
“A decisão da Corregedoria Geral do DF é afastar todo servidor ou funcionário público que estiver sendo objeto de investigação por processo disciplinar, no momento em que os elementos já caracterizam a autoria e materialidade da irregularidade apontada”, afirma o corregedor Roberto Giffoni.
Segundo a assessoria de Nenê Constantino, o cheque de R$ 2,2 milhões é referente à venda de uma fazenda à empresa agrícola Xingu.
No Senado, a corregedoria abre nesta quarta-feira (27) uma apuração preliminar. O PSol anunciou que vai protocolar no Conselho de Ética da Casa o segundo pedido de investigação sobre Joaquim Roriz. Representantes da legenda pedem uma análise detalhada do que consideram indícios de quebra de decoro.
“Nós queremos que se sejam investigados todos os vínculos com a Operação Aquarela e com o desvio de recursos. Ver as gravações, requisitar ao conselho todas as gravações que estão em poder da Polícia Civil, verificar o que o Ministério Público descobriu. Tanto é que o Ministério Público mandou para a Procuradoria Geral da República. Se todos esses fatos não fossem relevantes, o processo não teria ido para a Procuradoria Geral da República”, ressalta o secretário nacional do PSol, Luiz Araújo.
Em São Paulo, José Roberto Arruda defendeu a privatização do BRB. Segundo o governador do DF, os últimos acontecimentos mostram que o poder público não tem condições de administrar empresas que são preferencialmente da iniciativa privada.
Nota:
Essa reportagem poderá ser encontrada no site da Rede Globo, cujo o link está abaixo: http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20070626-288135,00.html
Uma linda lição de moral...
Estava lendo uma reportagem um dia desses e descobri que muitas empresas estava contratando boys (office boys) cada vez mais velhos para se aproveitarem das filas dos idosos. Eu particularmente acho isso muito interessante, pois aqueles que um dia havia sido substituído por jovens, agora, dada a sua idade estavam de volta ao mercado de trabalho.
Não seria diferente com o Sr. Nenezinho. Na verdade parece que tem no sangue essa vontade de ajudar... Veja o seu filho, dono de uma empresa aérea que tem contratado pessoas deficientes para ocupar cargos que eles podem fazer com maestria... Parabéns a família do sr. Nenezinho por isso!
Segundo nos consta, o Sr. Nenezinho contratou um senador (na época não sei se era governador) o sr. Ziror para a sua segunda jornada de trabalho, a de "boy". Mas parece que o Sr. Ziror ainda tem problemas com a língua portuguesa, pois ao receber um chequinho qualquer de 2,2 milhões de reais, do Banco do Brasil se dirigiu para o Banco de Brasília, afinal todos os dois são BB... Não podemos criticá-lo.
Mas como é bom ter amigos, não é verdade... Chegando lá encontrou o Sr. Gerente, que por sinal havia sido contratado através da caneta de governador (outra funçãozinha que o Sr. Ziror ocupava nos horários livres quando não estava servindo como boy).
O sr. Gerente, bondosamente não deixou que o Sr. Ziror desse viajem perdida e descontou o seu chequinho. Mas dada a sua idade o Sr. Ziror não teve forças para carregar todo o dinheirinho que o gerente havia lhe entregue, e mais uma vez o gerente bondosamente se ofereceu para ajudá-lo.
Esse gerente realmente merece um elogio, pois, ele não só ajudou ao velhinho Ziror a levar o dinheiro, sugeriu que levaria aqueles trocados diretamente para a sua casa, o que foi prontamente rejeitado pelo Sr. Ziror, afinal de contas a sua casa não apresentava muita segurança (coisa que o DF deixou de ter faz tempo) e não pegaria bem, pois o dinheiro não lhe pertencia e isso poderia soar muito mal para um senhor tão sério quanto ele. Aceitou, porém, quando esse bondoso gerente lhe disse que entregaria na casa do seu chefe.
O Sr. Ziror ficou muito feliz, pois sabia que dessa vez receberia o seu pagamento e ainda poderia contribuir com esse bondoso gerente, pois era lá mesmo que o seu chefe estaria aguardando esse trocado para fazer uma partilha.
O Sr. Ziror que havia trabalhado duro e que tem umas terrinhas e os equipamentos mais modernos do agro negócio ao seu favor (fruto de muito trabalho e inteligência de onde gastar as suas parcas economias) pensou em usar sua pequena parte na aquisição de uma novilha por uma pechincha de 300 mil reais, um troco, não é verdade? Não é sempre que encontramos uma novilha por um valor tão irrisório.
Não é por menos que os seus vizinhos sempre estão se admirando com a capacidade daquele senhor “office boy” de ofício e funcionário público como “bico” aplicar tão bem os seus reduzidos recursos... e crescer além da média brasileira.
Pois é... moral da história: contrate um velhinho como boy pois você assim como o Nenenzinho estará ajudando a sociedade brasileira a ser mais justa e honesta.
Nota:
Essa é uma história de ficção. Claro que isso jamais ocorreria na realidade, pois esse é um mundo muito mal. Mas fica aqui a mensagem que nos inspire a ser tão bondoso e preocupado com a sociedade como o sr. Nenezinho, ser tão trabalhador e honesto como o sr. Ziror e preocupado com as antigas gerações como o sr. gerente que além de fazer o que estava ao alcance fazer como gerente, andou facilmente a sua segunda, terceira e quarta milha para ajudar a um velhinho.
É importante frisar que se alguém se identificar nessa história informamos que é fruto do acaso, pois histórias como essa são impossíveis de acontecer no mundo real.
Não seria diferente com o Sr. Nenezinho. Na verdade parece que tem no sangue essa vontade de ajudar... Veja o seu filho, dono de uma empresa aérea que tem contratado pessoas deficientes para ocupar cargos que eles podem fazer com maestria... Parabéns a família do sr. Nenezinho por isso!
Segundo nos consta, o Sr. Nenezinho contratou um senador (na época não sei se era governador) o sr. Ziror para a sua segunda jornada de trabalho, a de "boy". Mas parece que o Sr. Ziror ainda tem problemas com a língua portuguesa, pois ao receber um chequinho qualquer de 2,2 milhões de reais, do Banco do Brasil se dirigiu para o Banco de Brasília, afinal todos os dois são BB... Não podemos criticá-lo.
Mas como é bom ter amigos, não é verdade... Chegando lá encontrou o Sr. Gerente, que por sinal havia sido contratado através da caneta de governador (outra funçãozinha que o Sr. Ziror ocupava nos horários livres quando não estava servindo como boy).
O sr. Gerente, bondosamente não deixou que o Sr. Ziror desse viajem perdida e descontou o seu chequinho. Mas dada a sua idade o Sr. Ziror não teve forças para carregar todo o dinheirinho que o gerente havia lhe entregue, e mais uma vez o gerente bondosamente se ofereceu para ajudá-lo.
Esse gerente realmente merece um elogio, pois, ele não só ajudou ao velhinho Ziror a levar o dinheiro, sugeriu que levaria aqueles trocados diretamente para a sua casa, o que foi prontamente rejeitado pelo Sr. Ziror, afinal de contas a sua casa não apresentava muita segurança (coisa que o DF deixou de ter faz tempo) e não pegaria bem, pois o dinheiro não lhe pertencia e isso poderia soar muito mal para um senhor tão sério quanto ele. Aceitou, porém, quando esse bondoso gerente lhe disse que entregaria na casa do seu chefe.
O Sr. Ziror ficou muito feliz, pois sabia que dessa vez receberia o seu pagamento e ainda poderia contribuir com esse bondoso gerente, pois era lá mesmo que o seu chefe estaria aguardando esse trocado para fazer uma partilha.
O Sr. Ziror que havia trabalhado duro e que tem umas terrinhas e os equipamentos mais modernos do agro negócio ao seu favor (fruto de muito trabalho e inteligência de onde gastar as suas parcas economias) pensou em usar sua pequena parte na aquisição de uma novilha por uma pechincha de 300 mil reais, um troco, não é verdade? Não é sempre que encontramos uma novilha por um valor tão irrisório.
Não é por menos que os seus vizinhos sempre estão se admirando com a capacidade daquele senhor “office boy” de ofício e funcionário público como “bico” aplicar tão bem os seus reduzidos recursos... e crescer além da média brasileira.
Pois é... moral da história: contrate um velhinho como boy pois você assim como o Nenenzinho estará ajudando a sociedade brasileira a ser mais justa e honesta.
Nota:
Essa é uma história de ficção. Claro que isso jamais ocorreria na realidade, pois esse é um mundo muito mal. Mas fica aqui a mensagem que nos inspire a ser tão bondoso e preocupado com a sociedade como o sr. Nenezinho, ser tão trabalhador e honesto como o sr. Ziror e preocupado com as antigas gerações como o sr. gerente que além de fazer o que estava ao alcance fazer como gerente, andou facilmente a sua segunda, terceira e quarta milha para ajudar a um velhinho.
É importante frisar que se alguém se identificar nessa história informamos que é fruto do acaso, pois histórias como essa são impossíveis de acontecer no mundo real.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Dinheiro do contribuinte...
E pegaram o Roriz com a mão na botija!
Isso na verdade não foi novidade. Isso só veio a comprovar o que muitos de nós já sabia.
Uma lista sem fim de processos mostra o quanto esse senhor é corrupto. É uma pena que, por possuir uma rede de influencia tão desenvolvida, seus processos caducam sem que a justiça o coloque no lugar onde já deveria estar há muito tempo!
Se nada valesse a pena nesse governo Lula, pelo menos uma coisa ninguém poderá tirar dele e Deus queira que lhe faça justiça, pois todos, independentemente de quem são e qual a posição na sociedade, estão sendo investigados e nada está sendo escondido!
Vamos continuar lutando pelo nossos direitos, porém, não esqueçamos dos nossos deveres de cidadãos!
Isso na verdade não foi novidade. Isso só veio a comprovar o que muitos de nós já sabia.
Uma lista sem fim de processos mostra o quanto esse senhor é corrupto. É uma pena que, por possuir uma rede de influencia tão desenvolvida, seus processos caducam sem que a justiça o coloque no lugar onde já deveria estar há muito tempo!
Se nada valesse a pena nesse governo Lula, pelo menos uma coisa ninguém poderá tirar dele e Deus queira que lhe faça justiça, pois todos, independentemente de quem são e qual a posição na sociedade, estão sendo investigados e nada está sendo escondido!
Vamos continuar lutando pelo nossos direitos, porém, não esqueçamos dos nossos deveres de cidadãos!
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